Saúde

Há uns tempos atrás uma amiga muito querida me pediu/sugeriu escrever um post sobre saúde. No começo resisti muito, pois não sou nada da área de saúde e não posso ficar dando conselhos sobre isso por aí. Mas depois reli a sugestão dela e me veio na cabeça escrever sobre o que sempre escrevo: sobre mim! Sobre minha experiência, minha história, meu diário.

Vou contar um pouquinho do meu histórico aqui: nasci prematura, de 7 meses, pesando pouquíssimo mais de 1kg, para o desespero da minha mãe. Mas não tive nenhuma sequela. Na verdade, menos de 12h depois do meu nascimento, já não precisava de nenhum cuidado especial, nem os que normalmente crianças de 9 meses precisam. Mas não conseguia me alimentar. Fui alimentada por sonda por 45 dias, com leite materno, da minha mãe e de muitas mães de leite que eu tive!

Esse fato poderia ser irrelevante não fosse o detalhe que ele provocou na minha mãe e na minha avó: as obsessões alimentares. Ambas sofriam de anorexia, não diagnosticada, mas bastante óbvia se acompanhada de perto. Acho que quando eu nasci ainda não sofriam, ou não estavam em período de crise, mas ambas tinham problemas com depressão, ansiedade, minha mãe teve em diversas ocasiões crises de pânico, e no final da vida de ambas a anorexia se tornou evidente.

Desde sempre lembro de minha avó fazer comentários um tanto quanto maldosos sobre o peso, dela, meu, de primas, da minha mãe, e outras pessoas. Então creio que mesmo que não estivessem sofrendo com o baixo peso excessivo naquele momento, o tópico dos transtornos alimentares sempre esteve ali, rondando, sabe?! Mas o fato de eu ter nascido prematura e muito pequena teve um efeito, positivo ou negativo é discutível, e ambas me empanturraram de comida na infância: óleo de fígado de bacalhau, Biotônico Fontoura com sementes de sucupira mergulhadas, pernas de rã (que eu não gostava), rins (sempre odiei), foram uma infinidade de suplementos famosos na época que fizeram parte da minha dieta.

Resultado: aos 8 anos deixei de ser a menininha magrela que tinha sido até então e entrei numa fase mais cheinha, que demorou pra acabar, e que se de um lado me superalimentavam, de outro faziam os comentários ácidos sobre peso e aparência, e isso gerou uma pré-adolescência bastante sofrida em termos de auto-imagem corporal. Isso vem, pra mim, do lado negativo.

Do lado positivo, vem a combinação de uma mãe hippie e uma avó criada em fazenda. Sempre comemos tudo feito em casa, com muuuuuita fruta, pomar em casa, horta, muita verdura, muita planta. A sobremesa de segunda a sexta era fruta. Durante as refeições só água. Sucos como lanche da manhã ou tarde. Nada industrializado. Nos fins de semana, às vezes um refrigerante ou uma sobremesa feita de chocolate, leite condensado, essas coisas, mas eram eventualidades. Nunca me foram proibidos, mas foram desencorajados. Até porque, lá em casa, o que era visto como relíquia, tesouro, algo a ser desejado, era uma boa goiabada com queijo de fazenda, doce de fruta em calda, pudim de leite, ou ambrosia goiana (a versão da família da minha avó, o famoso “doce de ovos”, era muito melhor que qualquer ambrosia que já tenha comido fora de casa!).

Com minha mãe veio o hábito das vitaminas, abacate, castanhas do pará (ou do Brasil, como tem sido chamadas), leite de soja. Além da babosa no cabelo, cultivada em casa (o famoso aloe vera), o creme de abacate no cabelo, o chá de camomila no meu cabelo loiro da infância, o óleo de uva na pele, e essas coisas que hoje em dia estão sendo consideradas o máximo em termos de produtos de beleza orgânicos e naturais, e que na minha infância eram apenas os reflexos hippies de quem acreditava num mundo mais natural e ao mesmo tempo não tinha grana pros produtos industrializados. Aliás, minha mãe ficaria entre o irônica e furiosa com os preços cobrados hoje em dia por uma vitamina de abacate ou um xampu de aloe vera.

Mas essa mistura me fez crescer num ambiente que foi marcado por uma alimentação saudável, em sua maior parte, e por pessoas que evitavam correr para os remédios convencionais. Minhas dores de ouvido eram tratadas com compressa de farinha de mandioca, e a dor de garganta com chá de gengibre, cravo e canela que dava suadouro. A tosse do inverno com café com uma colherinha de manteiga e mil outras crendices, que sem entrar na discussão de se funcionavam ou não, se são respaldadas pela medicina atual ou não, de fato, fizeram com que eu crescesse bem, saudável, com peso e altura sempre muito elogiados pelos pediatras e sem me entupir de remédios. Aliás, remédios eram vistos como última instância, e mesmo assim, na maioria dos casos, homeopáticos.

Eu cresci então com essa visão, mas só anos depois, e bem recentemente, percebi o impacto real dela em mim. Até hoje tenho mania de tentar resolver e definir tudo pela alimentação e hábitos relativos ao sono, controle do estress, cansaço, etc.

Em outros pontos a criação não ajudou muito. Embora meu avô tenha insistido que aprender a nadar era uma questão de sobrevivência, e antes dos 2 anos eu já nadasse sozinha e sem boias, numa piscina que não dava pé, e tenha feito natação até os 18, a prática de atividade física regular não era uma coisa vista como essencial. E demorei muito pra encontrar um jeito de manter o corpo em movimento na vida adulta que eu gostasse. Sempre odiei os esportes competitivos. É uma visão bem pessoal.

Mas o resumo é que nunca fumei, muitos em minha família fumaram e eu odiava com todas as minhas forças. Bebi muito pouco, em uma breve fase que logo abandonei, e agora já completo anos sem álcool. Nunca, Jurema? Nunca, nem uma tacinha, nem às vezes. Não!

Então, para falar de saúde, primeiro tenho que deixar isso claro. Nunca usei aparelhos dentários, nunca tive cáries, nunca fiz cirurgias, nunca fumei, não bebo uma gota há anos, não uso drogas e entorpecentes de nenhum tipo, cresci com uma alimentação bem saudável, que vem se tornando cada vez mais. Não como carnes de nenhum tipo há anos também. Sempre bebi muuuuuuita água, e chás!

Com meu marido, aprendi que o chá muito quente pode fazer mal ao estômago, por danificar aos poucos a mucosa, com o líquido muito quente. Fui pesquisar e descobri que é por isso que as xícaras de chá orientais não possuem local para segurar afastado do copo. Se estiver muito quente para segurar com a mão cheia, não deve ser ingerido, e passei a adotar a técnica. Só bebo o chá quando consigo segurar a xícara com ambas as mãos por pelo menos um minuto sem sentir incômodo.

Sempre que me sinto mal, o que não é frequente, analiso bem minha situação emocional, as mudanças de vida, a alimentação, e tento trabalhar isso antes de recorrer a remédios. Aprendi com o tempo os efeitos que o clima tem em mim, não lido bem com o calor forte, especialmente o mais úmido, tenho respeitado mais minha digestão, e meu corpo, meus horários naturais de sono, de ir ao banheiro, etc.

Algumas coisas e pessoas foram e são fundamentais nos meus processos de auto-conhecimento e saúde. Um dos que mudou minha vida foi um nutricionista, de Brasília, que me ajudou na transição para o vegetarianismo, e também me ajudou muuuuuito com auto-conhecimento. Foi uma das pessoas que mudou minha vida. Outra foi uma médica homeopata em São Paulo, a única que resolveu depois de 17 anos, meu problema com cólicas menstruais. Dos 12 aos 29 sofri horrores com cólicas, com mil histórias tensas, de ter que ir da escola para o hospital, de tomar superdose de medicamentos para cólica, enfim, sofrimentos variados, e infelizmente, considerados normais, por muitas mulheres. Há 2 anos e meio não sinto mais cólicas debilitantes, minha menstruação não é mais um período temido e sofrido, e embora às vezes ainda tenha cólicas leves, aprendi como resolvê-las e aprendi a me respeitar nesse período, me recolhendo mais, e respeitando minhas necessidades de descanso e paz!

Outra coisa que mudou minha vida e minha relação com meu corpo foi o Método DeRose! Pratico desde 2014 e cada vez aprendo mais, gosto mais, descubro mais. Ainda falta muito nessa jornada, mas nem consigo enumerar aqui tudo que ele me trouxe de bom, não só em termos de saúde, mas de autoconfiança, desenvoltura, e muitas, mas muitas ferramentas, pra lidar com o dia-a-dia, com minhas emoções, com a vida em geral.

Eu não sei se consegui, com esse post, responder pra minha amiga Nay como cuido da minha saúde, mas é isso aí. E sinto que ainda tenho tanto pra mudar, tanto pra aprender! Cada mês é uma nova descoberta sobre como lidar comigo mesma e com os outros. E me sinto cada vez melhor!

Dicas de trilha – alimentação

Essa série das dicas de trilha já contou com dois outros posts, o Calçados para trilha e Dicas de trilha – vestuário, e agora resolvi falar um pouco sobre alimentação na trilha. Primeiro tenho que lembrar mais uma vez aqui que não sou nutricionista nem chef, e que você sempre deve consultar o seu profissional da saúde, especialmente se tiver restrições alimentares. Dito isso, lembro ainda que somos lacto-ovo-vegetarianos.

Quando fazemos trilhas costumamos sair cedo e eu sempre tive dificuldade para comer bem logo que acordo. Parece que meu estômago só acorda umas 2h horas depois do cérebro. A solução que encontrei foi ou comer um pouco mais tarde, quando possível, ou tomar uma vitamina se precisar comer algo e sair rápido. No caso das vitaminas gosto de bater uma fruta com chia, linhaça, aveia, ou uma combinação desses. Às vezes acrescento um scoop de proteína vegetal.

Para um dia de trilha levo um pão e queijo, ou já faço os sanduíches em casa ou levamos e fazemos na hora. Um pacote de castanhas, amendoins, amêndoas, etc. Aqui na Catalunha achei um mix maravilhoso, que inclui amendoins, amêndoas, milho peruano, flocos de arroz e outras misturas de nozes e cereais, salgadinho e baratinho! O pão com queijo é geralmente o “almoço” e as castanhas e cereais salgados o “lanche do fim da tarde”. Sempre levo também umas barrinhas de cereais, às vezes proteicas, doces. Para trilha, especificamente, gosto de levar as cobertas de chocolate, pois com a caminhada montanha acima, a gente precisa de uma energia extra e rápida. Umas frutas também costumam ir na mochila, secas ou frescas, uvas passas, damascos, ou maçãs e pêras (bananas eu amo, mas tendem a amassar muito ou estragar com o calor).

Uma outra coisa são biscoitos e bolachas, simples, doces ou salgadas. Eu sugiro evitar as recheadas, que além de serem muito doces, podem “derreter” o recheio ou estragar no calor. As salgadas tipo crakers são ótimas e as doces integrais, com aveia, tipo digestivas, também funcionam muito bem nas trilhas.

Nunca fazemos uma “refeição completa” na trilha, pois encher o estômago na caminhada é um erro. O corpo fica lento e pesado. E a chance de sentir enjoo, gases, e outros desconfortos aumenta. O esquema é comer de pouco em pouco, pequenas quantidades e menos durante a subida. Ao chegar la em cima dá pra fazer um pique-nique de reposição e depois descer, que tende a exigir menos do fôlego. De qualquer forma, a alimentação deve ser leve o dia todo.

Se o clima estiver quente e com sol forte, coma menos ainda. O calor deixa a digestão mais lenta. Nos dias mais quentes compensa levar uma bebida, ou pó de bebida, com reposição de sais, como um gatorade, ou pó de bebida de treino esportivo, que também confere um aporte de energia rápida e sem pesar o corpo.

Na volta, à noite, costumo fazer um macarrão, pois chegamos com bastante fome por ter comido pouco ao longo do dia de esforço. Ou um arroz com grão-de-bico. Às vezes omelete, quando voltamos pra casa no mesmo dia.

Quando acampamos o esquema é o mesmo. Convém lembrar que no acampamento as refeições da noite devem ser de preparo rápido, mas precisam alimentar bem, pois são a única refeição de fato do dia. Se você comer muito pela manhã, o corpo vai ficar pesado, se for pegar estrada de montanha de carro, antes do ponto da trilha, pode enjoar muito. Se tiver estrada de montanha, prefiro nem comer nada, e ao parar o carro, antes de começar a caminhada, tomo a vitamina, que já levo pronta, ou como algo.

Se tivermos fogareiro ou acesso à cozinha coletiva no camping, gosto de fazer macarrão, pois dá pra fazer em uma panela só. Costumo levar um molho pronto só pra colocar por cima. Se forem muitos dias de camping, vou variando com arroz. Levamos também as leguminosas do tipo já prontas, em latas, vidros, ou conserva, como grão-de-bico, feijões, ervilha.

Em caso de camping livre em local onde não é possível ou recomendado fazer fogo, o ideal é levar as leguminosas já prontas e comer frias mesmo. Nesses casos convém também levar mais pão, e comer um sanduíche extra a noite. Não sou a maior fã de “carnes” de soja, mas nesses casos de acampamento frio, elas podem ajudar muito, pois é possível compra-las já prontas, sem precisar cozinhar. Uma latinha de salsichas de soja pode virar um banquete numa noite fria e sem fogo no meio do mato. Lembre de levar um pouco de sal num pacote pequeno. É importante repor o sal e o açúcar do corpo após as caminhadas, especialmente se no dia seguinte tiver mais.

No caso do queijo, evite queijos frescos. Lembre-se, que estará sem geladeira. Prefira os queijos curados, mais duros e que podem ficar sem refrigeração por mais tempo. Para veganos, uma outra boa opção são as capsulas de algas em pó, como clorela e spirulina, que possuem muita proteína e vitaminas, inclusive várias do tipo B. As capsulas não estragam, e podem ser ingeridas como pílulas, para complementação alimentar, além das frutas, pães, barras, bebidas isotônicas, macarrão, arroz e leguminosas.

E água, claro! Não descuide da sua ingestão de água! Evite outros líquidos que não sejam água, ou eventualmente a bebida isotônica. Sucos e refrigerantes são muito doces e não vão saciar a sede. Pesquise as fontes de água natural próximas ao camping e pela trilha. Às vezes é possível pegar mais água em fontes, bicas, ou mesmo em rios e riachos. Nesses casos é possível levar apenas uma garrafa grande de água (entre 1L e 2,5L) e abastecê-la no caminho. Caso contrário você terá de carregar muito peso.

E claro, consulte seu médico sempre. Minhas dicas são só de trilheira pra trilheiros por esse mundão aí!

Tofu mexido

Oi, meu povo! Esse mês de junho tem sido a loucura total. Na minha vida e no mundo também. Abrir as notícias se tornou momento de crise diária. Além disso estou brigando com os prazos de duas entregas muito importantes no meu mestrado também lidando com mil peripécias, confusões, burocracias e momentos de desespero que circundam a palavra casório. Mas essa é uma outra história, quem sabe fica para um outro post em algum dia.

O importante, é que no meio dessa confusão toda não tá dando tempo de fazer reminiscencia nenhuma. Mal consigo pensar na minha  vida durante o banho (momento ideal), que dirá por algumas horas no computador. Então vou aproveitando para não deixar de alimentar o blog, e contribuindo com coisas mais rápidas, como as Comidinhas!

A receitinha de hoje demora mais tempo pra ler do que pra fazer, são cerca de 3 minutos da hora em que você levantar da cadeira após ler até estar se sentando de volta com a comida na boca! Essa receita não é originalmente minha, já vi similares em outros blogs e perfis de pessoas relacionadas a nutrição saudável e veganismo. A minha versão surgiu depois de umas idas à nutricionista e algumas sugestões dela por meio dos ingredientes e do que ja conhecia, fui juntando tudo e eis que temos tofu mexido!

Porque tofu mexido? Então, isso é uma senhora discussão, e que por não ser nutricionista e nem chef de cozinha não vou me arriscar a palpitar, mas sou daquelas que acha que com moderação, e sendo saboroso,  pode-se comer de tudo. Opto por não comer carnes por vários motivos que envolvem saúde, meio ambiente, consciência, orientação espiritual e filosofia de vida, cada qual com sua devida influência e peso nessa decisão. Consumo com moderação derivados de leite e ovos, mas sempre que possível opto por colocar aqui a versão vegana das receitas pois, além das pessoas que são veganas por opção (quais quer que sejam os motivos: saúde, meio ambiente, consciência, religião, etc), cada vez vemos um número maior de pessoas com restrições alimentares, intolerâncias e alergias, eu mesma possuo várias, então, se a gente puder se alimentar de forma mais inteligente, com saúde e amor, por nós mesmos e pela Terra, vale a pena, né!!

Quando utilizo derivados do leite e ovos, opto pelas versões orgânicas, e com produtos a base de soja também tenho esse cuidado. Por serem produtos que estão na zona dos polêmicos, creio que esse cuidado a mais é válido. O tofu orgânico firme é mais poroso e menos branco que a versão não orgânica e costuma ser um pouco mais caro. Mas na hora do preparo percebemos a nítida diferença. O tofu orgânico não deixa gosto nem cheiro residual e se você tiver uma digestão sensível, como a minha, vai ver que ele “desce” brincando, enquanto o outro nem sempre. Eu compro em loja de produtos naturais ou na Liberdade (SP), quando vamos por lá. Hoje em dia existem inúmeras marcas e sites que disponibilizam a venda pela internet também.

O segredo do tofu é sempre armazená-lo na geladeira, em um pote tampado com água potável fresca, e trocar essa água de 12h em 12h ou pelo menos uma vez por dia. Aqui em casa, quando tem não dura muito tempo, então geralmente só dá pra trocar a água uma ou duas vezes, mas dependendo da quantidade que você for comprar e do consumo, atente para isso. Claro, sempre recomendo que consulte um nutricionista!

O tofu mexido fica similar ao nosso já conhecido ovo mexido. A consistência e o sabor são razoavelmente diferentes, mas pode ser um bom substituto tanto em termo de nutrientes quanto de hábito. Eu sempre acho que as dificuldades relacionadas com o vegetarianismo e o veganismo são muito mais associadas aos hábitos do que aos nutrientes, desde que bem acompanhados.

Esse tofu mexido é uma ótima opção vegana para o café da manhã ou para o lanche da tarde. Pode colocar dentro do pão ou tapioca se isso fizer parte dos seus hábitos alimentares.

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Vamos à receita então:

  • 100 gr de tofu orgânico firme
  • 1 colher de café de cúrcuma moída (açafrão-da-terra)
  • 1 pitada de pimenta do reino moída
  • sal (à gosto) / eu uso o sal rosa do himalaia
  • azeite (à gosto)
  • semente crua de girassol (opcional)

Modo de preparo:

Amasse o tofu já escorrido (sem água) com um garfo. Acrescente um pouco de azeite, o sal, a cúrcuma e a pimenta e mexa bem, com o garfo para que os ingredientes se misturem. Basicamente, continue amassando e revirando a mistura. Numa frigideira pequena coloque mais um fio de azeite, jogue a mistura e mexa. Quando começar a esquentar a cúrcuma vai soltar a cor e tingir tudo de um amarelo bem forte. A pimenta ajuda na absorção da cúrcuma, então mesmo que você não goste de pimenta, coloque um pouco, mesmo que bem pouco, vai fazer diferença.

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Pronto! Eu sirvo no pote com as sementes de girassol por cima, mas só pra conseguir incluir todos os ingredientes que a nutri pediu num lanche só, são opcionais.

É bem rápido de fazer e se você quiser pode preparar e levar na marmita para comer frio também. Eu acho importante variar a alimentação, então nunca repito os ingredientes todos os dias. Consulte um profissional (nutricionista ou nutrólogo), mas lembre-se que moderação e variedade são sempre chaves essenciais numa boa alimentação!

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