Sagas burocráticas

Lá no BPM (vixi, Ju, mas agora você só fala dessas Brasileiras? Sim, amores. Elas são uma nova família, e é uma delícia contribuir lá. Então vamos divulgar, ler, se conhecer e de quebra, ajudar mais pessoas perdidas nesse mundão com muita informação!), então, como ia dizendo, lá no BPM, publiquei um texto sobre uma das maiores sagas burocráticas que vivi nesses últimos anos, e olha que não tem sido poucas. A diferença é que essa foi mega intensa. Era um vai ou racha daqueles e com poucos dias para decidirmos se ia ou rachava. No fim… você vai ter que ler lá, né!

“Como transferir um carro da Espanha para Portugal?

Antes de vir morar em Portugal, eu e meu marido estávamos na Espanha. Lá compramos um carro, um pequeno Ford Ka usado, para uso pessoal, fazer nossas viagens e conhecer mais lugares. Nele viemos de mudança para Portugal, e posso dizer que nosso pequeno Ford Ka foi guerreiro, trazendo nós dois, mais nosso cão, e toda nossa mudança, constituída basicamente de roupas e acessórios, equipamento de camping e uma televisão. Ainda assim atravessamos desde a fronteira com Andorra, passamos os Pirineus, chegamos à costa e de lá viemos conhecendo cidades como Valência, Murcia, Almería, Córdoba, Granada, Cádiz, Sevilla, até entramos em Portugal pelo Algarve. E depois subimos passando por Lisboa, Cintra até chegar à Braga, no Norte.

(…) Aqui chegando, e resolvendo as primeiras pendências, começou um outro processo. Quando saímos da Espanha tínhamos apenas cerca de mais um mês de seguro pago, e não queria ter que renovar mais um ano de seguro para aproveitar apenas alguns meses e depois ter que fazer um novo perdendo o valor do anterior… “

E aí, JuReMa, foi ou não foi? Lê aqui e descobre!

 

Into the Wild

Quem me conhece (e quem lê o blog com frequência e/ou já leu os post antigos) sabe que eu AMO viajar! Meu top 5 de coisas preferidas na vida: ler, escrever, ouvir música, viajar e comer! O blog já inclui um bom tanto da escrita e da música. Pretendo ampliá-lo para as outras áreas também, então em breve começarei a incluir posts menores sobre comidas e receitas, vou fazer uma sessão para viagem e incluir relatos de viagens antigas e viagens futuras, e quiçá, quando eu puder voltar a ler em ritmo sustentável por prazer, volto a abastecer a tag de reflexos com mais resenhas de livros, filmes, peças, fotografia em geral.

Sempre quis manter o tom de diário, de auto-biografia, um quê de diário e outro de ficção literária e isso implica em mais tempo para escrever. Minha ideia agora é acrescentar alguns posts rápidos, com coisas menos profundas, como comida, mas não menos gostosas, aliás, bem gostosas!

Nessa pegada, queria compartilhar com vocês um Reflexo, uma reflexão, uma trilha. Eu sou apaixonada por Skank, minha banda preferida, e tenho algumas que nunca saem do ipod, como U2, Pearl Jam, The Beatles, entre outros. Mas se me pedissem para escolher um único álbum para ouvir inteiro, do começo ao fim, todos os dias da vida, seria Into the Wild, do Eddie Vedder.

Eu sou completamente apaixonada por esse álbum. Aliás, pelo Eddie Vedder, e por essa história. É um dos poucos casos que fico muito dividida entre o livro, o filme e a trilha, são todos maravilhoso e se você ainda não conhece a história do Alexander MacCandless, ou Supertramp, corre e assiste, ou lê, ou pelo menos ouve. De preferência TUDO!

 

Deixo aqui um pouquinho da trilha sonora da minha vida. Obrigada Eddie!