Barcelona and more

Nossa trilha. Minha trilha. Para variar, começou com Skank, e todo o clima bom, de férias, de verão, de Barceloneta, que o Velocia me trouxe, antes mesmo de sair do Brasil. Depois passamos pelas longas distâncias, enquanto descobrindo as proximidades incríveis que parecem até de outras vidas. Vieram as cidades novas para mim, e agora virão para você também. E a cada passo vamos construindo esse caminho eterno. E não se engane, eu sempre registro nossa trilha e posso contar nossa história por meio da música, afinal, “os poetas não dizem nada que eu não possa dizer”, mas dizem com muito mais ritmo!

Para quem quiser ouvir nossa história, tem link da playlist no spotify, mas vou colocar os nomes e artistas, para quem preferir seguir de outras formas:

 

 

Aniversário – Skank (Velocia)

 

Everybody’s Free (To Wear Sunscream, Class 99′) – (Romeo and Juliet Soundtrack/ Baz Luhrmann Films)

 

Alexia – Skank (Velocia)

 

Ali – Skank (Ao Vivo MTV)

 

Macaé – Clarice Falcão (Monomania)

De Todos os Loucos do Mundo – Clarice Falcão (Monomania)

 

O Último Por do Sol – Lenine (MTV Acústico)

Por Onde Andei – Nando Reis (Ao Vivo)

Segredos – Frejat (Amor para Recomeçar)

 

Apenas Mais Uma de Amor – Lulu Santos (Toca Lulu)

Por Enquanto – Cássia Eller (MTV Acústico)

 

Seus Passos – Skank (Carrossel)

Fica – Skank (Maquinarama)

 

Telegrama – Zeca Baleiro (Pet Shop Mundo Cão)

 

Mapa Mundi – Tiê (A Coruja e o Coração)

Fotos na Estante – Skank (Multishow ao Vivo – Skank no Mineirão)

Índios – Legião Urbana (As Quatro Estações)

João e Maria – Nara Leão e Chico Buarque (20 Grandes Sucessos de Nara Leão)

Golden Slumbers – The Beatles (Abbey Road)

Can’t Keep It Inside – Benedict Cumberbach (August: Osage County Soundtrack)

Proibida pra Mim – Zeca Baleiro (Top Hits)

Comigo – Zeca Baleiro (Top Hits)

Malandragem – Cássia Eller (MTV Acústico)

Pra Alegrar meu Dia – Tiê (A Coruja e o Coração)

Soldier of Love – Pearl Jam (Last Kiss)

Black Bird – The Beatles (The Beatles)

Seja Como For – Banda do Mar (Banda do Mar)

Cidade Nova – Banda do Mar (Banda do Mar)

Te Mereço – Tiê (A Coruja e o Coração)

Longing to Belong – Eddie Vedder (Ukulele Songs)

Só Sei Dançar com Você – Tiê (A Coruja e o Coração)

Vamo Embora – Banda do Mar (Banda do Mar)

Society – Eddie Vedder (Into The Wild Soundtrack)

 

Os vídeos não são necessariamente as mesmas versões descritas por falta de disponibilidade. Espero que consigam acessar os vídeos, e a playlist completa no Spotify, mas caso não consigam, todas as músicas são conhecidas e de fácil acesso por pesquisa simples.

 

Aproveitem e vamos celebrar a vida! ❤

 

Phoebe

Eu sempre odiei esportes! Que frase forte, né?! Tão categórica. Tá, na verdade eu não odiava, tive um breve período de ódio, mas logo virou uma certa indiferença e mais tarde uma fuga deliberada. Mas deixa eu contar a história direito, porque estou pondo os carros na frente dos bois (será que essa minha “expressão de vó” ainda faz sentido?).

Quando eu era pequena, bem pequena, desde que consigo andar sozinha, eu ando. Eu odiava ficar em carrinhos de bebê, e tenho até uma história (previamente comentada aqui nos posts do blog) sobre quando luxei o calcanhar com dois anos recém completos e destruí o gesso em uma semana. O médico não quis por salto porque eu era muito pequena e cairia sem saber andar com o gesso e que deviam me deixar no carrinho de bebê, e eu fugia o tempo todo, obviamente, só andava e o plano do médico foi por água abaixo, enfim, esse meu pé esquerdo nunca foi meu melhor, talvez por isso.

Minha mãe tinha o hábito de fazer longas caminhadas e desde essa época eu andava com ela. Às vezes de bicicleta, outras a pé, às vezes levando o cachorro, às vezes sozinhas. Quando fiquei mais velha, às vezes voltava da escola a pé, e muitas, mas muitas vezes mesmo, economizei o dinheiro do ônibus e gastei minhas pernas mesmo. Inclusive eu sempre tinha um dinheirinho sobrando para fazer minhas vontades e minha mãe se perguntava de onde eu tirava “tanto” dinheiro, e um dos motivos era esse, vários ônibus economizados, e alguns almoços também. Eu fui dessas adolescentes que pulava café da manhã e às vezes até o almoço (infelizmente depois me enchia de besteiras à tarde).

Mas o que isso tem com os esportes, bem, vamos falar da definição de esportes daqui a pouco. Enquanto isso eu devia mencionar que sou a pessoa mais descoordenada que eu mesma conheço. Nem bater palmas no ritmo eu consigo. Não, isso não é charme. Não é para falar, “ah, que isso”! É apenas verdade. E hoje em dia eu fiz as pazes com essa ideia. Embora seres inanimados como a cadeira e o guarda-chuva insistam em me atacar, volta e meia, e eu acabe a semana cheia de hematomas que nem eu mesma sei de onde vieram. Essa semana mesmo o guarda-chuva me atacou e me tirou uma pelinha do dedo, só porque abri ele na chuva.

Essa falta de coordenação tão evidente sempre me fez ir relativamente mal em esportes, especialmente os em time. A pressão só me faz ficar ainda mais descoordenada. Meus melhores momentos são aqueles quando não tem ninguém olhando, e justamente por isso fica difícil argumentar que eu até consigo ser um pouco mais coordenada do que parece. Correr para mim sempre foi o pior. Sinônimo de tortura, de vexame, de humilhação. Eu fico vermelha, sem ar, perco o folego, às pernas vacilam, os joelhos falham, eu caio, tropeço no meu próprio pé, esbarro um joelho na panturrilha da perna oposta e me derrubo, é uma cena circense do tipo trágica. Ou melhor, é a Phoebe correndo no parque!

E isso, com toda certeza, não em fez a pessoa mais competente em esportes. E eu sempre soube disso. Eu preferia não estar no time do que ver o time sofrer as consequências pela minha presença. Além disso eu sempre odiei competição. Eu não gosto de necessariamente ganhar, embora o reconhecimento seja geralmente prazeroso (até certo ponto, também não gosto de chamar muita atenção por esse motivo). Por outro lado, eu amo jogos! Jogos de tabuleiro, brincadeiras de criança, eu me divirto muito com essa interação prazerosa e relaxada da atmosfera dos jogos, onde o mais importante e brincar. É muito frequente, quando eu jogo algo em que um, ou um time, ganhe, que, se meu adversário for muito competitivo, eu deixe ele ganhar. Só para acabar mais rápido, ou só para o outro ficar feliz, afinal de contas para mim ganhar nunca foi tão importante. Outro motivo é que eu adoro testar estratégias novas, explorar dimensões novas do jogo, mesmo que algumas pareçam suicidas a princípio, e muitas vezes eu acabe perdendo com elas mesmo, mas gosto de testar, de descobrir o porquê delas não darem certo, eu gosto de aprender, de conhecer e de entender, muito mais do que de ganhar.

Então eu me voltei para esportes solitários, e por toda minha vida escolar fiz natação. Eu amo nadar. Nunca perco uma oportunidade de me jogar na água, especialmente quando estou viajando e posso nadar em lugares novos. Já nadei do Lago Paranoá em Brasília, até o Sylvan Lake, em South Dakota. Já nadei no rio São Francisco, na nascente, em Capitólio- São Roque de Minas e nele já largo, em Petrolina, depois da represa de Paulo Afonso. Já nadei em muito mar, da praia do Porto da Barra em Salvador, à Barceloneta, em Barcelona. Só não me joguei no Loch Ness porque era janeiro e aí realmente seria uma estratégia suicida, e na vida não dá para testar os limites da mesma maneira que no jogo.

Outra paixão são as longas caminhadas! Eu amo sair por aí, com ou sem rumo, amo fazer as coisas a pé, me sinto tão independente do mundo, é tão bom, tão libertador, simplesmente sair de casa e andar e pronto, sem pensar em trânsito, nem vaga, nem garagem, nem preço. Muitas vezes saio sem carteira, às vezes nem levo o celular. Vou com a roupa do corpo, um headphone no ouvido. Me basto! Essa sensação vale tanto. Gosto tanto dela. Amo também andar em meio a natureza, em parques, serras, montanhas, trilhas, cachoeiras. O ideal é combinar a caminhada com a natação e ter a oportunidade de nadar em algum ponto da caminhada mais longa!

Mais recentemente na vida, eu descobri as técnicas corporais que compõe a parte prática da filosofia do Yôga. E amo praticá-las! Sinto falta de não fazer todos os dias. Me sinto leve, livre e dona do meu corpo. Me lembro um pouco da época que fiz circo, duas vezes uma na infância, quando aprendi a andar de perna de pau, e a fazer mil tipos de cambalhotas. A proximidade com o chão era maior. E outra na adolescência, quando de novo fiz circo, mais dessa vez a proximidade era com o ar, entre malabares, e a lira voando no alto, e o fogo cuspido distante. Hoje, praticando essas técnicas do Yôga, vario entre a proximidade com o chão e com o ar, de uma forma tão desafiadora e gostosa.

Depois de tudo isso eu descobri, eu não odeio esportes. Eu odeio competição, comparação e necessidade de me enquadrar em moldes pré-estabelecidos. Não acho que eles sejam errados, pelo contrário, os esportes precisam de regras, e o circo tem muito mais regras do que vocês imaginam, e o Yôga também. Na verdade, essas coisas ficam muito mais perigosas sem regras, e é preciso saber fazê-las, aprender a fazê-las primeiro e com calma. Mas eu não acabo com a moral do meu time se eu for descoordenada. No máximo me engasgo numa cambalhota na piscina, ou caio de uma posição. Ninguém se machuca, geralmente nem eu. Não assim. E o mais importante, eu me supero. Eu descubro novos limites e cada vez que isso acontece, eu “ganho”! Sem precisar me comparar com o outro, sem precisar ser melhor, sem ninguém precisar perder. Todos que fazem ganham. Seja ganhar um corpo mais saudável, novos amigos e colegas, ou uma vista bonita numa caminhada, o encontro com animais, o sentimento de frescor ao se jogar na água. São tantas as delícias!

E aprendi a ter um enorme prazer nas coisas que eu faço. Amo andar, amo nadar, amo praticar. Tudo assim, do meu jeito, do jeito Phoebe. Um pouco fora dos moldes. Às vezes as pessoas até ficam um pouco desconfortáveis, eu sei. Eu falo coisas sem noção às vezes, interrompo com minhas reminiscências fora de hora, falo demais numa hora e de menos em outras. Me atropelo e me perco no raciocínio, “pago altos micos” por aí. Mas juro, sou feliz! E aprendi a amar, em vez de odiar. Então sigo assim, no meu jeito Phoebe de ser. Sei que sou estranha, e isso sempre me gerou poucos amigos de verdade, embora as pessoas em geral me achem uma companhia agradável. Os meus amigos, e o namorado, sabem que eu não sou uma estranha qualquer, sou a estranha deles, e todo mundo se diverte (e às vezes se exaspera) com minha descoordenação feliz e animada. E aí? Vamos dar uma corridinha no parque? Sem medo de ser feliz, ok?!

Of Monsters and Men

Não conhecia essa banda: Of Monsters and Men, ouvi num site e essa música me cativou. Não são aquelas músicas que amo para filosofar, são as boas para correr, andar na rua abafando o som do trânsito invencível de SP, para dar uma motivação na hora da faxina, ou de cozinhar, de sair da cama e ver o dia, ainda que esteja frio ou chuvoso.

Deixo aqui só esse pequeno reflexo, com uma única música. Não, não é um Bloquinho de 3. Vamos explorar mais o blog nos próximos tempos e essa é a novidade que quero dividir com vocês.

O blog ganhará duas novas sessões: Viagens e Comidinhas!

Em ambas vocês encontrarão relatos e fotos! Em Comidinhas, de comidas que marcaram minha vida, inclusive algumas que não como mais, e receitas novas, do meu dia a dia atual, sempre muito focadas em saúde e sabor. E na de Viagens a pegada segue, fotos e relatos de viagens antigas, e as novas também. Alguns colaboradores aparecerão nessas duas sessões, uma vez que as receitas às vezes são de outras pessoas ou blogs, e é sempre muito importante dar os créditos, e nas viagens às vezes referenciarei outros blogs, ou contarei com meu companheiro de vida e de viagens para dividir as anteriores dele também, além das que fizemos e faremos juntos. Mas não se preocupem, esse continua sendo o Blog da Jurema, e só. Apenas divido minha vida com algumas pessoas, afinal, a felicidade não precisa ser clandestina!

Espero que recebam bem e gostem das novas sessões. Enquanto isso curtam um som de novidades que virão correndo!

Of Monsters and Men – Mountain Sound

 

 

Sobre mudanças e se sentir bem

Bloquinho de três é uma brincadeira de origens radialistas. Minha mãe trabalhou como radialista durante grande parte de sua vida, desde logo após meu nascimento, até sua morte. Cresci tendo o rádio como parte fundamental da vida, não somente como ouvinte, mas acompanhando produção e programação de perto. Umas das brincadeiras que minha usava para poder trabalhar e me distrair quando chegava em casa, era propor o desafio de combinar blocos de músicas que tivessem algo em comum ou que simplesmente fossem agradáveis de serem ouvidas em sequência. Após sua ida para outro universo, continuei a brincadeira, formando meus bloquinhos imaginários. Agora compartilho com vocês essa brincadeira. O desafio é que cada um descubra qual a conexão entre as músicas de cada bloco. Sempre lembrando que não há resposta correta, o gostoso é brincar, ouvir e cantar.

 

 

 

 

 

 

 

REIS, N. Saudade

Bloquinho de três é uma brincadeira de origens radialistas. Minha mãe trabalhou como radialista durante grande parte de sua vida, desde logo após meu nascimento, até sua morte. Cresci tendo o rádio como parte fundamental da vida, não somente como ouvinte, mas acompanhando produção e programação de perto. Umas das brincadeiras que minha usava para poder trabalhar e me distrair quando chegava em casa, era propor o desafio de combinar blocos de músicas que tivessem algo em comum ou que simplesmente fossem agradáveis de serem ouvidas em sequência. Após sua ida para outro universo, continuei a brincadeira, formando meus bloquinhos imaginários. Agora compartilho com vocês essa brincadeira. O desafio é que cada um descubra qual a conexão entre as músicas de cada bloco. Sempre lembrando que não há resposta correta, o gostoso é brincar, ouvir e cantar.

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While baking

Bloquinho de três é uma brincadeira de origens radialistas. Minha mãe trabalhou como radialista durante grande parte de sua vida, desde logo após meu nascimento, até sua morte. Cresci tendo o rádio como parte fundamental da vida, não somente como ouvinte, mas acompanhando produção e programação de perto. Umas das brincadeiras que minha usava para poder trabalhar e me distrair quando chegava em casa, era propor o desafio de combinar blocos de músicas que tivessem algo em comum ou que simplesmente fossem agradáveis de serem ouvidas em sequência. Após sua ida para outro universo, continuei a brincadeira, formando meus bloquinhos imaginários. Agora compartilho com vocês essa brincadeira. O desafio é que cada um descubra qual a conexão entre as músicas de cada bloco. Sempre lembrando que não há resposta correta, o gostoso é brincar, ouvir e cantar.

 

 

 

 

 

 

 

Espera

Bloquinho de três é uma brincadeira de origens radialistas. Minha mãe trabalhou como radialista durante grande parte de sua vida, desde logo após meu nascimento, até sua morte. Cresci tendo o rádio como parte fundamental da vida, não somente como ouvinte, mas acompanhando produção e programação de perto. Umas das brincadeiras que minha usava para poder trabalhar e me distrair quando chegava em casa, era propor o desafio de combinar blocos de músicas que tivessem algo em comum ou que simplesmente fossem agradáveis de serem ouvidas em sequência. Após sua ida para outro universo, continuei a brincadeira, formando meus bloquinhos imaginários. Agora compartilho com vocês essa brincadeira. O desafio é que cada um descubra qual a conexão entre as músicas de cada bloco. Sempre lembrando que não há resposta correta, o gostoso é brincar, ouvir e cantar.

 

 

 

 

 

 

 

Ao seu lado

Bloquinho de três é uma brincadeira de origens radialistas. Minha mãe trabalhou como radialista durante grande parte de sua vida, desde logo após meu nascimento, até sua morte. Cresci tendo o rádio como parte fundamental da vida, não somente como ouvinte, mas acompanhando produção e programação de perto. Umas das brincadeiras que minha usava para poder trabalhar e me distrair quando chegava em casa, era propor o desafio de combinar blocos de músicas que tivessem algo em comum ou que simplesmente fossem agradáveis de serem ouvidas em sequência. Após sua ida para outro universo, continuei a brincadeira, formando meus bloquinhos imaginários. Agora compartilho com vocês essa brincadeira. O desafio é que cada um descubra qual a conexão entre as músicas de cada bloco. Sempre lembrando que não há resposta correta, o gostoso é brincar, ouvir e cantar.

 

 

 

 

 

 

 

A Menina

Bloquinho de três é uma brincadeira de origens radialistas. Minha mãe trabalhou como radialista durante grande parte de sua vida, desde logo após meu nascimento, até sua morte. Cresci tendo o rádio como parte fundamental da vida, não somente como ouvinte, mas acompanhando produção e programação de perto. Umas das brincadeiras que minha usava para poder trabalhar e me distrair quando chegava em casa, era propor o desafio de combinar blocos de músicas que tivessem algo em comum ou que simplesmente fossem agradáveis de serem ouvidas em sequência. Após sua ida para outro universo, continuei a brincadeira, formando meus bloquinhos imaginários. Agora compartilho com vocês essa brincadeira. O desafio é que cada um descubra qual a conexão entre as músicas de cada bloco. Sempre lembrando que não há resposta correta, o gostoso é brincar, ouvir e cantar.

 

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Romantic Beatles

Bloquinho de três é uma brincadeira de origens radialistas. Minha mãe trabalhou como radialista durante grande parte de sua vida, desde logo após meu nascimento, até sua morte. Cresci tendo o rádio como parte fundamental da vida, não somente como ouvinte, mas acompanhando produção e programação de perto. Umas das brincadeiras que minha usava para poder trabalhar e me distrair quando chegava em casa, era propor o desafio de combinar blocos de músicas que tivessem algo em comum ou que simplesmente fossem agradáveis de serem ouvidas em sequência. Após sua ida para outro universo, continuei a brincadeira, formando meus bloquinhos imaginários. Agora compartilho com vocês essa brincadeira. O desafio é que cada um descubra qual a conexão entre as músicas de cada bloco. Sempre lembrando que não há resposta correta, o gostoso é brincar, ouvir e cantar.