Vegetarianismo em Portugal

Eu, sempre às voltas com minhas receitas, preocupada com a saúde, sem deixar de pensar no orçamento, fui logo que cheguei aqui em Portugal, conhecer os mercados todos e verificar como seria. A boa notícia é que alimentação está entres os pontos mais favoráveis no baixo custo de vida local. A comida em Portugal é boa (excelente, diga-se de passagem) e barata! Além disso, muito mais familiar para uma brasileira do que a espanhola. Açaí na sessão de sorvetes do mercado? Temos! Tapioca para fazer em casa de manhã? Temos também.

Ainda não consegui ir num número aceitável de restaurantes vegetarianos/veganos, para escrever um post específico sobre comer fora, mas nesse que fiz para o BPM, já dá para se ter uma boa ideia do que é ser uma vegetariana (com orçamento limitado) em terras lusitanas!

“Vegetarianismo em Portugal: variedade e custos.

Eu sou vegetariana, ou lacto-ovo-vegetariana, sendo mais específica, ou seja, não como nenhum tipo de carne animal, mas como eventualmente derivados de leite, ovos ou mel. Quando parei de comer carnes, morava em Brasília, e facilmente me adaptei ao novo cardápio. Nunca tive dificuldade de me alimentar assim morando lá e muito menos em São Paulo, onde morei depois por mais 2 anos. A variedade e disponibilidade de feiras, onde se consegue comprar vegetais frescos a bom preço é enorme no Brasil, e ao contrário do que algumas pessoas pensam, a alimentação sem carnes é consideravelmente mais barata do que a onívora. É só lembrar que vegetarianos não precisam de nada especial, é só não comprar a carne, e comer todo o resto!

(…)

Talvez por estar em uma cidade média, o processo de adaptação foi muito fácil, quase imperceptível…” Para ler o texto na íntegra, clique aqui!

BPM – Portugal

Para quem não sabe, minha parceria com o BPM começou no ano passado, e desde então venho contribuindo com um texto mensal para a plataforma colaborativa das Brasileiras Pelo Mundo. Até janeiro desse ano publiquei lá textos sobre minha experiência na Espanha. Desde de fevereiro comecei a publicar sobre minhas experiências em Portugal. Por mil motivos, mas o principal deles, a necessidade e me organizar numa vida nova aqui, estava com o Blog da JuReMa meio parado. Agora vou atualizar e quem ainda não me leu no BPM, recomendo.

Vou colocar aqui o teaser dos textos, e o link para terminarem de lê-lo na publicação original. Assim aproveitam e já continuam por conhecer e explorar mais uma fonte deliciosa de informações, desse nosso vasto mundo!

“Cheguei em Braga, e agora?

Cheguei em Braga, Portugal,  depois de um tempo na Espanha, de algo que não era exatamente para ser, mas acabou sendo meu ano sabático, e volto a botar os pés no chão e retomar os rumos da vida. Quando meu marido veio para a Europa, fomos viver na Catalunha, e eu tinha muitos planos de trabalhar, viajar, fazer contatos, escrever, cozinhar, enfim, gosto de um planejamento com opções A, B, C, D… Z, e sonho alto.

A realidade, entretanto, nem sempre acompanha. A burocracia pode ser mais lenta do que os sonhos esperavam, e o dia a dia em um novo país demanda mais do que eu imaginava. Entre altos e baixos, meus altos incluíram muitas trilhas a mais de 2500m de altitude, muita montanha, neve, sol, lagos e mais lago, e os baixos foram lindos, com praias, cachoeiras, passeios na beira do rio, e por fim eu relaxei. Aceitei meu ano sabático, apertei os cintos e vivi de forma frugal e minimalista e deu tudo certo.

Agora viemos para Portugal. Cheguei em Braga, e agora? O primeiro passo foi tentar encontrar moradia, ou morada, como os portugueses costumam chamar… “

Para continuar a ler e saber como foi minha chegada: Cheguei em Braga, e agora?