SP by JuReMa – Parques e Espaços Urbanos

Ainda na vibe de dicas de SP, vou entrar no meu segundo tópico preferido depois de comida, os parques. Nos quase dois anos que passei em São Paulo, moramos no centro, próximo ao metrô e eu realmente acho que a melhor forma de se locomover na cidade é usando o transporte público. O transito de Sampa é tão famoso que dispensa apresentação e explicações, e para uma brasiliense o transporte público da cidade é um sonho, embora saiba que dada às proporções da cidade ainda deixa a desejar. É possível chegar em muitos parques usando apenas o transporte público e em alguns casos um trecho a pé, mas em outros fica mais difícil. Caso tenha tempo livre, vá mesmo assim de transporte público. Em alguns casos eu ia a pé, mesmo com distâncias mais longas, pois já aproveitava a caminhada até o parque como parte do passeio e do exercício do dia. Fica o aviso de que São Paulo não é pedestre-friendly, ou seja, esteja preparado para ter seu caminho nas calçadas barrado por carros entrando e saindo de garagens, ou só estacionados em locais que deveriam ser de pedestres, além de locais com calçadas ruins ou inexistentes. Ainda assim, eu sempre gostei de andar, então preferia ir a pé sempre que possível.

Estando no centro, entre os que mais costumava ir a pé está o Buenos Aires, também chamado de praça Buenos Aires, em Higienópolis,  Av. Angélica, s/n – Higienópolis, São Paulo – SP, 01228-000, Brasil. Esse era o mais perto de casa. É um parque pequeno, e para os corredores não é dos melhores, a trilha é muito curta, e com subida, mas pode ser uma boa opção pela localização. Em São Paulo a boa localização é a mais perto de onde você está. O Buenos Aires é muito frequentado por bebês com babás, alguns caçadores de pokemon, no auge da febre, e alguns moradores e trabalhadores da região, que se sentam em bancos pra curtir um solzinho de fim de tarde. Há também uma área só para cães. 

Também a pé e a pouca distância estava o Trianon, Rua Peixoto Gomide, 949 – Cerqueira César, São Paulo – SP, 01310-100, Brasil. Localizado na Paulista, o Trianon é maior do que parece, e mais friendly para corredores e caminhantes, embora seja muito fechado e sombreado. O excesso de árvores faz dele um oásis na Paulista, e em dias de semana, em horário de almoço é possível ver muitas pessoas com roupas de trabalho almoçando, comida de rua ou marmitas, ali. No fim de semana lota, e com a Paulista aberta aos domingos, aumenta ainda mais o fluxo de pessoas, sejam os esportistas, as famílias, ou os que só buscam um pouco de verde na selva de concreto. Outra vantagem, além da localização, do metrô tão ao lado que tem até estação com o nome, é o MASP em frente. Para quem quer turistar já é um dois em um! Recomendo também descer até a Lillóri, já mencionada no post anterior, a padaria que contempla todas as restrições alimentares e que fica uma boa andada seguindo do Trianon na direção Jardins.

Ainda próximo ao centro, o Parque Água Branca, é uma boa opção, especialmente pela feira de orgânicos, Francisco Matarazzo, 455 – Água Branca, São Paulo – SP, 01156-000, Brasil. O parque tem um parquinho grande, área e equipamento para exercícios, e um clima gostoso, embora bem urbano. Também costuma ficar muito cheio nos fins de semana, mas é um bom passeio, e é fácil chegar de transporte público.

Afastando um pouco do centro, indo pra zona sul, temos o maior e mais famoso parque urbano de São Paulo, o Ibirapuera, Av. Pedro Álvares Cabral – Vila Mariana, São Paulo – SP, 04002-010, Brasil. É relativamente fácil chegar de transporte público, ônibus, embora você saia em uma das grandes avenidas que circundam o parque e tenha que andar até lá dentro. O Ibira é grande e possui outras atrações lá, como a Bienal, Museu de Arte Moderna, Oca, entre outros. É possível alugar uma bicicleta para passeio, mas se for no fim de semana se prepare para 2h de fila. O parque é amplo, mas a quantidade de gente faz com que a visita seja mais agradável durante a semana, embora no fim de semana existam outras atrações, como diversas aulas gratuitas, de inúmeras atividades físicas e outras modalidades, shows e outras atrações culturais. Há também a feira de orgânicos do Ibira. Apesar de ter estacionamento, não recomendo ir de carro, pois a chance de não encontrar vagas é grande. Algumas vezes fiz o trecho a pé, do centro até lá, e confesso que gosto da caminhada. A ida é tranquila porque é descida, a volta subida, às vezes fazia de ônibus.

O meu preferido é longe, lá onde a cidade acaba, e ir de transporte público significa dedicar um dia à ele, é o Hortoflorestal, R. do Horto, 931 – Horto Florestal, São Paulo – SP, 02377-000, Brasil. Já no pé da Cantareira, o Horto é bem amplo, e mesmo em fins de semana não dá o ar superlotado dos de mais fácil acesso. É também por onde passa a linha do Trópico de Capricórnio, o que pode ser uma atração a parte, especialmente para sua amiga capricorniana que vai querer uma foto lá! Além do lago, existe área para piqueniques, quadras esportivas, e áreas mais amplas. É comum ver muitas famílias, crianças, mais até do que os esportistas. O caminho até la de transporte público envolve metrô até Santana, ônibus até a Rua do Horto e uma caminhadinha até o parque propriamente dito. Ir de carro é furada, pois estacionar perto é quase impossível e a rua de acesso fica completamente engarrafada no fim de semana.

Coladinho no Horto, subindo a mesma rua começa o Parque Nacional da Cantareira, que já é área de preservação, é enorme e incluiu toda uma outra gama de passeios não urbanos. Mas ali na Rua do Horto está o acesso para o Núcleo da Pedra Grande, R. do Horto, 1799 – Horto Florestal, São Paulo – SP, 02377-000, Brasil, que é um passeio mais urbano e pode (e deve) ser feito no mesmo dia do Horto. Esse tem uma taxa de entrada pois é parque nacional de preservação. Quando fui a última vez estava R$9,00 por pessoa. Entrando no parque existem várias trilhas possíveis, ainda nesse Núcleo, e algumas que levam por dentro do parque até outro núcleos, como o Núcleo engordador, mas são trilhas mais longas. Algumas podem ser feitas de bicicleta. A da Pedra Grande é a principal desse núcleo, não é demorada, e embora a subida seja inclinada, a trilha é asfaltada e não é difícil. Chegando lá em cima você é brindado com uma vista incrível da cidade toda. É possível pegar água em algumas bicas e torneiras e na parte baixa do parque há espaço para piquenique. Mas lembre-se que esse é um parque nacional, e são válidas as regras para áreas de preservação. Se você for animado para uma boa caminhada, saia de casa cedinho, vá direto até a Pedra Grande, aproveite a vista quando ainda não tem muita competição para a foto lá em cima, curta a cidade. Volte até o Horto e faça seu piquenique lá. Aproveite o segundo parque e volte no fim do dia! É um ótimo passeio, e pode ser feito com crianças! Caso seja mais aventureiro, vá cedo, e planeje uma das trilhas mais longas e mais naturais do Parque da Cantareira. Sempre se planeje para sair do parque de preservação até às 17h, pois após esse horário o parque fecha.

O Parque da Juventude é dos mais fáceis de ir de transporte público, pois o metrô para na porta, R. Manuel dos Santos Neto, 23 – Santana, São Paulo – SP, 02032-010, Brasil. Esse parque é gostoso, mas também impactante pela sua história, pois ali era o Carandiru. Para quem não conhece a história do famoso presídio, sugiro ler o livro Estação Carandiru, do Dr. Dráuzio Varella, que faz uma narrativa incrível dos anos que trabalhou lá. Há também o filme. A cidade cresceu, abraçou a área antigamente afastada e, eventualmente, o presídio foi demolido. Ainda é possível ver um trecho da muralha e uma parte dos pavilhões. Em 2015 cheguei a visitar a muralha, mas em 2016 ela estava fechada para visitação, podendo ser vista apenas. Há hoje uma biblioteca, um centro de ensino técnico, e uma vasta área aberta. Além da muita grama disponível, há área para cães, uma parte próxima das edificações tomada pelos skatistas, e quadras poliesportivas mais distantes.

O Parque da Independência é também um passeio histórico, pois lá estão as margens do Ipiranga, que foi canalizado, mas deixaram um pedacinho aberto no parque para vermos o “corguinho” da independência, Av. Nazareth, S/N – Ipiranga, São Paulo – SP, Brasil. Infelizmente o Museu da Independência está fechado há anos, mas vou tratar dos museus em outro post da série. É possível ver o prédio do museu por fora, e seus jardins, que são muito bonitos. O parque também conta com gramados e não é tão cheio nos fins de semana, apesar de não ser afastado. Para os mais animados é possível aproveitar as escadas para atividade física.

Existem vários outros parques em São Paulo, como o Villa-Lobos, Aclimação, Burle Marx, Parque do Carmo, mais afastado, mas onde acontece a famosa festa das cerejeiras (cheia, mas vale a pena conhecer), entre diversos outros. Minha dica é sempre levar água e comida estilo piquenique, pois nem todos possuem infra estrutura, e São Paulo tem tanto prédio, trânsito, poluição, gente se esbarrando na rua, que quando vou para parques quero sossego, então nada melhor que um piquenique, para ver o verde e desestressar!

Além dos parques, existem alguns outros passeio em áreas urbanas que valem a pena! A Praça Roosevelt, nicho dos skatistas, com os bares e teatros à noite, é um passeio indispensável. A Estação Luz, e os jardins da Pinacoteca, a Paulista aberta aos domingos (pros brasilienses acostumados com o Eixão é um balsamo de casa), o Minhocão (elevado), que também fecha no fim de semana e é ótimo para pedalar, a Praça da República, com as feirinhas, todos os imigrantes e a confluência de culturas. O Largo do Arouche, com as flores de dia e as baladas e barzinhos à noite. O Largo do Paissandu, com a Galeria do Rock, e os melhores mates com açaí e salgados veganos.

As opções são muitas e escrevendo de longe fico com saudades. Algumas coisas são importantes ressaltar, São Paulo é uma cidade imensa. Leve sempre em consideração o tempo de deslocamento e de trânsito. Se prepare para chuva, frio, calor, tudo junto e misturado. Tenha galochas, roupas leves e blusa de frio, além da água e comida. Não ostente, guarde o celular bem no fundo da mochila e fique atento. Já presenciei assaltos, tanto em lugares ermos quanto badalados. No Centro sempre redobre a atenção, bem como na Paulista. Redobre a atenção tanto para sua segurança, como para se maravilhar com os mil sotaques, mil Brasis, os estrangeiros, migrantes, refugiados, misto de culturas, cores e sabores. Sabe aquela história de que o bom de uma megalópole como São Paulo e poder pedir comida tailandesa na tele-entrega às 4 da manhã? Isso ninguém faz, o bom mesmo é poder ver todas as tribos e todas as cores. É se entregar ao desconhecido e presenciar todos os diferentes grupos que abundam pela cidade. É ter olhos e ouvidos atentos para se esbaldar com a variedade de desconhecidos. Essa foi a São Paulo que eu conheci, e espero que continue assim, ou até mais diversa!

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Parque Nacional da Cantareira – Núcleo da Pedra Grande

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Hortoflorestal

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Parque da Independência

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Ibirapuera

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Ibirapuera

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Parque do Carmo

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Paulista Aberta

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SP by JuReMa – Comida

Estava esses dias conversando com uma grande amiga que está pensando na mudança para São Paulo. Infelizmente já não moro mais lá e teria sido muito lindo compartilhar mais uma cidade com ela, mas fica pra próxima ou pra outro momento. A questão é que enquanto falávamos e ela me pedia dicas, fui passando sites, referências e no fim me vi com um bom material em mãos, então resolvi escrever e compartilhar aqui com vocês as minhas dicas de São Paulo.

É importante ressaltar que meus quase dois anos em São Paulo foram anos de estudante, fazendo mestrado, e com isso saídas e gastos não eram minha praia. Também não sou nem um pouco baladeira, então se você procura dicas da night life não vai encontrar aqui. Mas por isso mesmo decidi chamar esse post de SP by JuReMa! Te convido a ver São Paulo pelos meus olhos, com um enfoque em parques, passeios sem custo, andanças à pé, alimentação vegetariana e tudo o que eu gosto! Essa é a parte 1 – Comida, da série, SP by JuReMa. Aos poucos vou incluindo outras sobre cultura, parques, viagens próximas, e outros temas, mas a comida merece um post próprio!

Para quem não é da cidade o primeiro passo é saber que SP está dividida em zonas: zona sul, zona norte, zona leste, zona oeste, e o centro. Cada qual tem sua peculiaridade, suas características intrínsecas, e mais do que isso, seus bairros, e se tem um povo bairrista é o paulistano. Muitas vezes as características de cada bairro são mais importantes do que a da região (zona). Por exemplo, saiba que todos os restaurantes italianos tradicionais estão no Bexiga e que vale a pena rodar lá a pé e encontrar uma cantina pra pedir uma massa. Ou fazer compra de roupas com preço de custo no Brás. Mas vamos por tópicos.

Começando pelo que importa, né: a comida! Somos vegetarianos, então não poder te ajudar se você busca o melhor steak da cidade. Minhas dicas são de feiras, orgânicos, veggies e vegans. Os restaurantes da minha lista não são necessariamente vegetarianos, mas possuem opções, no cardápio ou sob pedido.

Feiras e alimentação em casa

Minha primeira dica é: coma em casa! Eu sempre prefiro cozinhar pro dia-a-dia. Sai mais barato, mais saudável, estimula a criatividade e a responsabilidade sobre nossa própria alimentação. São Paulo é uma cidade de feiras, procure no bairro em que mora/está hospedado. Certamente achará alguma. Nem sempre são orgânicas certificadas, mas são geralmente de pequenos produtores, e a comida é mais bonita, fresca e barata do que no mercado. Alguns sites entregam em casa, e delivery em São Paulo é uma excelente opção considerando o tempo e custo de deslocamento numa cidade tão grande e tão cheia. Claro que algumas, como as Feiras do Ibirapuera e Água Branca, por serem em parques valem também o passeio.

Recomendo os sites abaixo para conhecer melhor:

Site com as feiras lives listadas pela prefeitura de SP –  http://www9.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/sdte/pesquisa/feiras/

Feira de orgânicos do Ibirapuera – http://parqueibirapuera.org/areas-externas-do-parque-ibirapuera/feira-de-produtos-organicos-no-parque-ibirapuera/

Site do AAO, onde você encontra uma listagem de onde encontrar orgânicos na cidade – http://aao.org.br/aao/onde-encontrar-organicos.php

Instituo Chão (vale a pena conhecer o trabalho) – http://www.institutochao.org/

Santo Orgânico – https://www.facebook.com/santo.organico

O Mercado Municipal (Mercadão) é mais turístico. Você encontra frutas e vegetais maravilhosos e de todos os cantos do mundo, com preços mais caros. Vale a pena ir para conhecer, o prédio, a arquitetura e comer algo, ou se quiser algum ingrediente muito específico. Endereço: da, R. Cantareira, 306 – Centro, São Paulo – State of São Paulo, 01103-200, Brasil

A Zona Cerealista é talvez minha maior paixão em São Paulo! Demorei para entender que não era uma loja, mas sim uma região. Próxima ao Mercado Municipal, muitas das lojas ficam ao longo da Rua Santa Rosa. O local é constituído basicamente de galpões que recebem os grãos de produção nacional e importados antes de redistribuí-los para mercados menores, restaurantes, etc. Algumas lojas já estão mais adaptadas para as compras no varejo e são mais limpas, organizadas, algumas inclusive com site para compra com entrega em casa. Porém são nos galpões mais simples e escondidos que encontramos os melhores preços. Tudo depende do quanto você quer se aventurar! Chia, linhaça, aveia, amaranto, todos os tipos de castanhas, temperos, arroz, feijões, favas, frutas secas, azeite, óleo e leite de coco, manteiga de amendoim, sucos de uva e maça integrais, tudo isso você encontra de excelente qualidade e com preços bem abaixo dos supermercados e lojas tradicionais.

Restaurantes

Rinconcito Peruano – esse lugar vale tanto pela comida, que é excelente e com preços muito bons, quanto pela história. Fundado por um imigrante, começou pequeno numa sobreloja do centro, na cracolândia e foi expandindo, atraindo público de todos os bairros e classes sociais. De uma simpatia única, os funcionários são quase todos peruanos. Não deixe de provar a Chicha Morada, um refresco delicioso (parece groselha) feito de milho roxo peruano. Existem duas opções vegetarianas, o espaguete vegetariano e a opção de Chaufa sem carne. O forte do lugar são os frutos do mar.  Atualmente em três endereços: Av. Viêira de Carvalho, 86 (11) 3221-5621 / Rua Serra de Japi, 696 (11) 2539-2033 / R. Aurora, 451 (11) 3361-2400.

Biyou’Z  –  é um restaurante camaronês, pequenininho e delicioso. As porções são fartas e existem duas opções vegetarianas além de muitas com carnes. A cozinheira, Melanito Biyouha cozinhou para a seleção de camarões quando vieram para a Copa em 2014 e tem fotos dela com o Eto’o nas paredes.  Fica na Alameda Barão de Limeira, 19 – Campo Eliseu, São Paulo – SP, 01202-001, Brasil.
Barão Natural – talvez meu segundo lugar preferido em SP! Restaurante 100% vegano e comprometido com a causa. No horário do almoço tem um buffet self-service variado, saudável e SUPER gostoso! Coma à vontade por R$12,00 e com + R$3,00 tenha mate caseiro gelado à vontade também! E a noite pizzas veganas, inclusive delivery. Outra maravilha de lá é o Sorvete da Sereia, vegano, sem lactose e com os sabores mais incríveis, sendo meu preferido o Hare-Hare, de framboesa, chá de hibisco e rosas! ❤ Site: http://www.baraonatural.com.br/ e em quatro endereços: B1 (o 1º e principal,d e onde deriva seu nome, almoço e noite c/pizzas): Alameda Barão de Limeira, 1090 – Campos Elíseos, São Paulo – SP, 01202-002, Brasil / B2 (baraozinho – só almoço): Rua João Moura, 861 – Pinheiros, São Paulo – SP, (11) 3384-9766 / B3 (Mateus Grou – só almoço): Rua Mateus Grou, 72 – Pinheiros (11)  3938-4590 / B4 (Tatuapé – almoço e noite c/ pizzas): Rua Coelho Lisboa, 355 – Tatuapé (11) 3368-3966.
Maoz Vegetariano – restaurante de falafel, com uma pegada fast food saudável. Gostoso e barato. Bom pros dias de comer bastante, e se sujar! Recomendo o combo com as batatas rústicas!   R. Augusta, 1523 – Consolação, São Paulo – SP, 01305-100, Brasil (11) 3288-9580. 
Gopala Hari – restaurante indiano famoso na cidade. Só abre para almoço e geralmente tem uma fila grande. Não vá se estiver com pressa. Apesar disso, vale a pena. É gostoso e inclui a possibilidade de  uma experiência cultural, ao comer sentado em almofadas. Aos sábados estavam com uma opção de hamburgers vegetarianos servidos às 17h, não sei se mantiveram. Rua Antônio Carlos 429 – Consolação – São Paulo – SP (entre a Rua Augusta e a Rua Haddock Lobo), Telefone: (11) 3289-3446 Telefones do Restaurante: (11) 3283-1292 e (11) 3262-5591. http://www.gopalahari.com.br/index.php.
Prime Dog – restaurante junk food total! nada chique, tipo butecão. A vantagem é que o cardápio está disponível convencional com carnes, lacto-ovo vegetariano e vegano, ou seja, tem pra todo mundo. O que mais sai são os veganos, afinal junk food vegano não tem em todo canto. Os lanches são grandes, vá com fome e vontade de enfiar o pé na jaca e mandar qualquer dieta pra longe! https://www.facebook.com/Primedoglanchonete/ Existem algumas unidades, Ana Rosa, Faria Lima, convém procurar a mais próxima.
Estadão Bar & Lanches – http://www.estadaolanches.com.br/ Aqui são poucas as opções para vegetarianos, mas é um lugar bem tradicional, vale a pena conhecer. E tem o famosíssimo sanduíche de pernil e os costumeiros de mortadela. A vantagem localizaçaõ bem no centro e horário 24h – 7 dias! Endereço:Viaduto Nove de Julho, 193 Centro – São Paulo – SP CEP: 01050-060. Telefone: (11) 3257-7121/ (11) 3256-3700.

Rosa do Líbano – Parece um butequinho pé sujo daqueles! Confia! A comida é maravilhosa e os donos são super gentis!!! A esfilha aberta com zatar deles é de comer rezando. Também fica bem no centro e é melhor ir conhecer de dia, especialmente se você não for habituado com o centro. Av. Rio Branco, 443 – Campos Elíseos, São Paulo – SP, 01205-001, Brasil, (11) 3224-8868.

Bexiga – tudo! O melhor pra mim do Bexiga é ir a pé, lembrando que as ruas são ladeiras, e ir fuçando, vendo cardápios e variando a cada vez uma cantina nova. Todas são tradicionais e todas demandam o título de primeira, original e/ou mais tradicional cantina italiana de São Paulo. A briga é grande e nós é que saímos ganhando. Quanto mais perto da Paulista mais chiques e caras são as Cantinas. O baixo Bexiga é mais escondido, mas vai ficando mais barato e gostoso como sempre. Fomos uma vez na Doceria Moscatel http://www.moscatel.com.br/ e comemos uns quiches muito gostosos e doces ótimos – Rua 13 de maio, 655 (11) 3853.0954. Mas um dos meus lugares preferidos lá é um calzone super escondido numa cantina minúscula, onde você também acha que não vai ter nada de bom, e tem uns calzones maravilhosos e baratos, nem consigo lembrar o nome, mas fica na Rua Santo Antonio, 1106 ou ao lado! rsrsrs, se quiser se arriscar, recomendo.

Apfel – é um restaurante vegetariano muito gostoso e muito aconchegante, com um estilo mimoso. O preço é fixo e está entre R$28,00 e R$36,00, sendo que o preço varia nas duas localidades e no dia da semana, comendo à vontade. Eles oferecem água e água aromatizada livre, outras bebidas são cobradas à parte. O menu é variado, com muitas opções de saladas e muitas quentes. Além das sobremesas. Tudo muito saudável! Sempre como lá mais do que deveria, mas vale a pena! http://www.apfel.com.br/2015/ Com dois endereços, um no Centro o outro nos Jardins. Casa Centro: Rua Dom José de Barros, 99 (11) 3256-7909 / Casa Jardins: Rua Bela Cintra, 1343 ligue (11) 3062-3727.

Vegacy – restaurante vegano, ficou conhecido como O Vegano da Augusta, mas agora mudou de endereço e está na Alameda Jaú, quase esquina com a Augusta. É self-service, preço por kg, no almoço, excelente qualidade e variedade. A noite oferecem lanches, hamburger, hot-dog, pizza todos veganos, além de cervejas artesanais. Gosto muito, especialmente pro dia-a-dia. Os que são preço fixo eu tendo a comer demais, pra “fazer valer”, então os por peso me ajudam nesse quesito. Alameda Jaú, 1581 – Jardim Paulista, São Paulo – SP, 01420-002, Brasil (11) 3062-9989. 

Tea Connection – essa é uma pedida mais mainstream, mas como a louca do chá, não poderia deixar de fora! O preço é mais alto do que as demais dessa lista, mas o fato de terem mil opções de bebidas a base de chá e muitas opções vegetarianas no cardápio me ganha! Vale a pena naquele dia que você quer uma saída mais arrumadinha pra curtir uma boa conversa em boa companhia num lugar bonito e sossegado. Alameda Lorena, 1271 – Jardim Paulista, São Paulo – SP, 01424-001, Brasil (11) 3063-4018.

Mate com açaí – isso não é um restaurante, é uma instituição! Não conhecia antes de ir pra SP e amei! Tem várias opções de local pra comprar, especialmente na região do Centro e na Paulista. Mate com Sabor, Casa do Mate, Sabor Mate, Rei do Mate, etc, no centro, na Augusta, na Paulista, são muitas as opções. Basicamente, pra quem como eu nunca tinha ouvido falar, eles batem mate gelado com açaí. Eu sei, não parece muito convidativo de início, mas é uma delícia. Especialmente no verão. Muitos desses locais oferecem também salgados, e vários deles salgados veganos! Experimente, mesmo que você não seja vegano, são deliciosos! O bauruzinho com vegarella é o melhor, com molho de tahine e pimenta! Se acabe! Se quiser um endereço vá ao Sabor Mate, Galeria Le Village – R. Augusta, 1492 (11) 3266-7822 ou à Tradicional Casa do Mate (o melhor bauruzinho vegano!) na Av. São João, 544 – Centro, São Paulo – SP, Brasil (11) 3333-2101. 

Aí claro, tem outros duzentos mil restaurantes, mas você vai descobrindo aos poucos o que gosta na cidade com facilidade. Os mais famosos, Etaly, Terraço Itália, Família Mancini podem ser encontrados em qualquer guia turístico, além das redes como Ben&Jerry’s, Starbucks, etc.  Aqui quis dar meu olhar, SP by JuReMa! Até o próximo!